quarta-feira, 16 de abril de 2008

Só quem entende é quem entende o que eu quero dizer.


Hoje eu acordei com uma vontade de tomar decisões.
Decisões essas que receara tomar por um bom tempo
E quanto mais esse tempo passara
mais intenso era o desejo de enfim tomar essas decisões.

Hoje eu comecei a tomá-las.
Uma das que tomei é de certa forma
dolorida
Posto que, do contrário, não seria romance.
Mas eu a tomei e agora não há mais volta.

Ao mesmo tempo que escrevo essas palavras
Me pego pensando se haveria volta
se tudo continuasse como estava.
Soprando fraco e deixando tudo
ser levado pela brisa morna.

Não. Essa não é a brisa que almejo tocar.
A brisa do quase.
A brisa do que poderia ter sido ou do que pode ser.

Eu almejo o palpável aos olhos.

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